Sins of a Solar Empire

8 08 2008

Sins of a Solar Empire, ou simplesmente Sins, é um jogo de estratégia em tempo real (RTS) que promete mudar conceitos, preenchendo uma lacuna na jogabilidade tática e estratégica. A pretensão é grande de tal modo que a empresa desenvolvedora ousa talhar um novo gênero no mercado de jogos, chamado de RT4X.

Os pecados do império solar poderão ser desfrutados a partir de uma perspectiva onisciente nas batalhas (modo gods-eye, ou olhos de deus) com recursos de zoom, devidamente combinados com a visão tradicional RTS para a elaboração estratégica comum no desenrolar da partida. A exploração de Sistemas Solares vizinhos e demais possibilidades lembram uma espécie de Rome: Total War do futuro ou jogos do porte de Galactic Civilizations II.

Outra parte importante é a diplomacia, possível através de alianças com o intuito de fazer comércio, estabelecer rotas e formar verdadeiros mercados econômicos. Contudo, agir politicamente fica a cargo do jogador, já que é uma opção portar-se como tirano ou líder totalitarista do seu povo.

As raças são três: os negociantes da Trader Emergency Coalition (TEC), cujo objetivo principal é a pesquisa de tecnologia militar para auto-defesa; The Advent, donos de alta tecnologia no ramo psíquico e inclinados a agir sozinhos; e Vasari, superiores universais na tecnologia que buscam o estabelecimento de colônias para os seus. Os TEC e Advent são humanos, já os Vasari possuem uma origem ancestral alienígena que remete aos tempos mais remotos da existência.

Há 10 milênios os Vasari adotaram uma estratégia imperialista de conquista de galáxias e planetas até de uma falha que praticamente destruiu a espécie. Ocorreu o grande êxodo da raça.

Os humanos, antes retraídos, ganharam certa liberdade e se dispersaram pelo universo. A Trade Order foi formada, simbolizando a paz e prosperidade. Os domínios da Trade Order expandiram-se graças à busca por desenvolvimento social e científico.

Foi então que, num recôndito planeta, os Vasari e os humanos se cruzaram. Os embates foram cruéis, resultando num massacre dos humanos, atribuído à falta de tecnologia. Dez anos mais tarde, um grupo de humanos auto-proclamado The Advent resolveu buscar por vingança. Este é o primeiro capítulo da epopéia intergaláctica.

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Stronghold Crusader Extreme

8 08 2008

Embora contenha muitos dos elementos característicos da série Age of Empires, Stronghold angariou uma legião de fãs desde o lançamento do jogo original em 2001. Isso porque, embora compartilhe muito com o consagrado título da Microsoft, a série trouxe várias novidades ao estilo, como um detalhamento maior nas etapas de desenvolvimento da civilização.

Stronghold Crusader Extreme mantém a mesma fórmula dos jogos anteriores da série. Não obstante, algumas melhorias acabam mesmo tornando as batalhas mais intensas, como o número máximo de unidades militares aumentado para 10.000 (algo realmente sem precedentes) ou ainda a inclusão dos outposts, que funcionam como uma espécie de quartel móvel que pode ser muito útil para refrear o desenvolvimento do inimigo.

Stronghold Crusader é indicado tanto para fãs, que terão agora batalhas sem dúvida mais intensas e cheias de ação (embora talvez um tanto confusas em certos momentos, graças ao elevado número de soldados em campo), quanto para aqueles jogadores que gostariam de ter uma boa primeira impressão da série.

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Shogun: Total War

8 08 2008

Shogun em poucas frases teríamos: Guerras Japoneses do século XVI; Batalhas com centenas de soldados ao mesmo tempo; Alianças resolvidas a base de traição; Horas e horas na frente do pc sem piscar os olhos; etc; Veja o por que:

Jogabilidade: O jogo é dividido em turnos que durante eles você terá que escolher a província que irá receber novas construções ou treinar seus exércitos. Durante esses turnos você poderá posicionar seus mensageiros para fechar acordos com os outros clans, posicionar os shinobis para fazer alianças ou espionar os outros clans e também os ninjas para missões de assassinatos. Para controlar tudo que você vai fazer, não é no estilo de Age Of Empires que você determina e acontece de imediato. Tudo acontece em torno do mapa que mostra quais províncias você comanda e tudo que pode ser feito na mesma. O contra disso é que você apenas poderá fazer uma coisa em cada província em cada turno. Sempre após o fechamento do turno vai aparecer os movimentos feitos pelos clans próximos, os mensageiros pedindo permissão para fechar acordos, mortes causadas por ninjas ou a dele mesmo, nascimentos e até a renda gasta e acumulada com a agricultura. Durante as batalhas você terá as opções de lutar você controlando os exércitos, lutar automaticamente ou fugir da província em questão.

Áudio: O audio está bem real principalmente durante as batalhas que têm os gritos de ataque, as espadas se chocando e até quando o seu general ou o do inimigo estam fugindo. Você têm a escolha das conversas serem em Inglês ou Japonês.

MultiPlayer: O jogo tem suporte para jogar na Internet pelo servidor da EA ou por lan contra até 8 pessoas. Com o mesmo sistema de turnos, só que cada jogador é um clan.

Gráficos: Os gráficos estam bem detalhados em um cenário 3d com jogadores em 2d. Há partidas de guerra com centenas de soldados e isso não deixa o jogo lento por se tratar de uma mixagem que ficou perfeita. Os mapas são bem grandes, para ter locais por onde os exércitos fujam, e com morros, árvores e até rios com pontes. Quando há tentativa de morte durante os turnos você fica assistindo a um vídeo para ver se o assassinato teve sucesso.

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